13 de abril de 2014

A Som Livre e a musica gospel!

Valadão: irritado com a carreira
Valadão: irritado com a carreira
A boa relação da Som Livre com os evangélicos sofreu mais um baque na semana passada.André Valadão, um dos cantores religiosos mais conhecidos do país, está insatisfeito com a gravadora, que sempre representou os interesses maiores da Globo com o mercado gospel.
Em e-mail enviado na semana passada à cúpula da Som Livre, Valadão avisou que está com ânimo zero de lançar um novo projeto na gravadora. Diz a mensagem:
- Nunca em toda minha carreira vendi tão pouco (…). Não consigo acreditar que até hoje não chegamos a disco de ouro no CD/DVD. (…) O disco não tem chegado nos pontos de venda, fato. Não vou lançar mais um projeto carregando meu nome e carreira sem ter perspectiva de no mínimo 40 000 cópias vendidas.
É a segunda disputa da Som Livre com evangélicos que vem à tona. Em outubro do ano passado, o Diante do Trono ameaçou processar a gravadora (Leia mais aqui).
Por Lauro Jardim

Pé de guerra

Diante do Trono: de saída da Som Livre
Diante do Trono: de saída da Som Livre
Diante do Trono, uma das bandas de música cristã mais badaladas do Brasil, está em pé de guerra com a Som Livre.
A banda quer deixar a gravadora, mas está impedida por um contrato que vigora até 2014. O Diante do Trono quer lançar o CD e DVD Tu Reinas, gravado no sertão do Nordeste, em outra casa, mas a Som Livre não deixa.
De duas, uma: ou a banda adia o lançamento para depois do fim do contrato – e perde a oportunidade de faturar com o Natal – ou entra na Justiça contra a Som Livre.
(Atualização às 11h29: o Diante do Trono esclarece que não gostaria de forma alguma de recorrer à justiça para sanar a sua situação com a gravadora. A banda gostaria simplesmente de negociar uma saída amigável da Som Livre)
Por Lauro Jardim

Font: http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/cultura/som-livre-em-pe-de-guerra-com-evangelicos/

11 de abril de 2014

O Sincretismo Neopentecostal


Por Thomas Magnum


Quando tratamos desse problema, não listamos isso somente como forma acusativa e crítica inconsequente. Diante da atual temática neopentecostal, principalmente em solo brasileiro, podemos tratar também da questão da linguagem utilizada em seus arraiais, nisso enquadramos a pregação, a música e o “dialeto” usado no contexto religioso e social da terceira onda do pentecostalismo. Também iremos tratar nesse artigo do problema semiótico, ou seja, do simbolismo empregado pelo movimento para disseminar suas ideias e crendices entre os fiéis. No campo semiótico temos, por exemplo, os pontos de contato, que segundo os líderes do neopentecostalismo servem de pontos de fé, ou mediadores de fé entre o fiel e o divino. O presente trabalho visa mostrar ao leitor que o misticismo e a forte ligação pagã católica estão entranhados na alma das igrejas neopentecostais. E que isso resulta de mentes carnais e que tem cedido às palavras da serpente que como seduziu Adão e Eva, tem seduzido desde os tempos remotos a inclinação religiosa do homem a cultuar seu próprio eu. Criando sua própria religião e ignorando a revelação de Deus a suas criaturas.

Discernimento Bíblico

Geralmente quando escrevo sobre erros doutrinários é comum receber algumas mensagens ou “conselhos” de crentes, citando Mateus 7.1: “Não julgueis, para que não sejais julgados”. Uma quantidade considerável de crentes toma por base esse texto e dizem ser errado julgar posicionamentos religiosos. Mas o que Jesus estava ensinando aqui? Ele estava proibindo todo e qualquer julgamento? Visto que em João Ele diz: Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça, João 7.24. Vemos que nem todo julgamento é proibido nas Escrituras, o Teólogo Reformado Willian Hendriksen esclarece: 

Aqui o Senhor condena o espirito de censura, o juízo áspero, a auto-justificativa em detrimento de outros e isso sem misericórdia, sem amor [1].

Ao analisarmos com mais atenção as recomendações Bíblicas vemos que o julgamento faz parte da preservação da são doutrina e da ordem na igreja do Senhor. Vejamos alguns textos bíblicos. 

Porque, que tenho eu em julgar também os que estão de fora? Não julgais vós os que estão dentro?1 Coríntios 5.12

Quanto àquele que provoca divisões, advirta-o uma e duas vezes. Depois disso, rejeite-o.Tito 3.10

Amados, não creiam em qualquer espírito, mas examinem os espíritos para ver se eles procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo. 1 João 4.1

Cuidado com os cães, cuidado com esses que praticam o mal, cuidado com a falsa circuncisão!” Filipenses 3.2

Alguns se desviaram dessas coisas, voltando-se para discussões inúteis, querendo ser mestres da lei, quando não compreendem nem o que dizem nem as coisas acerca das quais fazem afirmações tão categóricas.” 1 Timóteo 1.6-7

Dada essa introdução ao questionamento, iremos agora nos ater aos fatos do neopentecostalismo. 

A Linguagem 

Frases de efeito como: você é um vencedor, você é filho do Rei, é cabeça e não cauda. Jesus conquistou tudo na cruz, seu carro, seu emprego, seu casamento, seu sucesso. Ao compreendermos esse tipo de linguagem percebemos que não há muitas diferenças de palestras motivacionais ou livros de autoajuda. O fato de o homem moderno está imerso em desespero e angústia contribui para a fixação popular desses jargões. Como disse Sartre: o homem é angústia. 

A proliferação do sincretismo religioso nas igrejas neopentecostais eleva essa angústia que remete a religião do medo da idade média. Por outro lado, temos o negativo no que se refere a imposição de julgo sobre o fiel. A presença de encostos, demônios que precisam ser expulsos, de mapeamentos espirituais que precisam ser feitos, para repreenderem as “entidades” espirituais do governo de localidades são promotores ativos de prisão emocional e espiritual de muitas pessoas. 

A deificação do líder também é algo curioso. Um dia desses visitei uma irmã de uma igreja neopentecostal, ao entrar em sua casa observei que na parede tinha a foto do Pastor de sua igreja. Ela me disse que ele disse aos irmãos de sua igreja que fizessem isso, pois, afastaria o mal de seus lares. É interessante porque isso se assemelha muito a crença em padroeiros, algo bem forte no nordeste brasileiro, principalmente em cidades sertanejas. Vemos dentro do movimento lideres tomando literalmente o lugar de mediadores, usurpando o sacerdócio de Cristo e dispensando o ministério do Espirito Santo. 

A prática católica de pagamento de penitencias também é algo muito similar em igrejas neopentecostais. O crente tem que participar das campanhas financeiras, das correntes, das quebras de maldição e por aí vai. O interessante da história é que em tudo isso gira o capital financeiro. 

O pagamento das indulgências e desembolso de valores para de missas do sétimo dia, para que o ente falecido saia do purgatório tomou uma nova cara no neopentecostalismo. O contribuir não mais é fruto da gratidão do coração do cristão, mas, um pagamento por uma “vitória” que deseja se alcançar. A questão da obtenção das bênçãos de Deus por meio de obras e esforços humanos foi algo rebatido pelos reformadores, agora retorna em roupa nova aos arraiais evangélicos. As obras devem ser fruto da fé e não o contrário como disse Thiago:  

Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta.” Tiago 2.26

A Questão Semiótica

Quando falamos em semiótica nos referimos aos símbolos utilizados no neopentecostalismo, nisso iremos perceber o sincretismo presente dentro de tal movimento que não tem nada de pentecostal. Percebemos tal sincretismo principalmente no contexto brasileiro, devido à formação social e religiosa do país. 

Desde o período colonial com o catolicismo e depois as práticas religiosas dos povos africanos, que se misturando com a pajelança indígena deram origem ao fenômeno da religiosidade brasileira. A mistura do catolicismo e candomblé, depois do catolicismo com o pentecostalismo, a partir do surgimento do movimento carismático. Chegando finalmente na mistura de elementos pentecostais com baixo espiritismo. O dualismo presente, a figura pontifícia do líder maior, o valor da tradição em detrimento a doutrina bíblica. A idolatria e uso de pontos de contato para mediarem a fé do crente. 

É interessante sublinharmos aqui, a questão do líder maior que geralmente se distingue na nomenclatura: Apóstolo, Bispo, Patriarca, Anjo, Arcanjo. Entendemos essa questão hierárquica como o pensamento de um sumo pontífice. Isso leva o líder a ter de uma forma mais fácil o controle administrativo e psicológico do rebanho. A cega submissão, a divinização do líder, sua palavra “é Deus falando”. Cristo é diminuído como na pregação de Edir Macedo, diz ele que “Jesus não precisava ter feito o milagre de transformar água em vinho, não havia necessidade”. Outro fator importante para  mencionarmos é questão dos apetrechos, amuletos e superstições que estão presentes: a rosa, corredor do sal grosso, o manto ungido, campanha de troca de anjo da guarda, a campanha dos trezentos e dezoito, fogueira santa, escrever os pecados num pedaço de papel e queimar, ungir os pertences com óleo de Israel, ter uma foto do líder em casa e campanha do embelezamento. Isso é real, mas faço a pergunta, isso é bíblico?  Onde está na Bíblia algum Apóstolo ungindo seu cavalo? Onde está um discípulo trocando de anjo? Onde diz que Jesus mandou queimar os pecados numa fogueira? Ou enterrar os pecados? Como disse o pastor Lucinho? Ou cheirar a Bíblia? Ou fazer um quarto em casa para o Espirito Santo morar? Ou marcar território urinando? Ou a unção dos animais, em que cada pessoa imita um bicho? Absurdo é a única palavra que vem a mente.

A antiga crença católica que as imagens nos templos eram meios pedagógicos para os menos instruídos volta à tona no meio “evangélico”. As práticas romanas abomináveis, que precederam a reforma estão agora nas igrejas evangélicas. Pastores usando quipá judaico, com candelabros judaicos nos templos, esse fato não é novo como disse Salomão: O que foi isso é o que há de ser; e o que se fez isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol” (Eclesiastes 1.9). As igrejas da galácia foram assoladas por essas práticas judaicas, que judaizantes queriam inserir no culto cristão. O galacionismo continua, o gnosticismo continua, o docetismo ainda é presente. 

Paulo nos adverte: Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho”;

que, na realidade, não é o evangelho. O que ocorre é que algumas pessoas os estão perturbando, querendo perverter o evangelho de Cristo. Mas ainda que nós ou um anjo do céu pregue um evangelho diferente daquele que lhes pregamos, que seja amaldiçoado! Como já dissemos, agora repito: Se alguém lhes anuncia um evangelho diferente daquele que já receberam, que seja amaldiçoado!” (Gálatas 1.6-9). E ainda nos diz a Escritura: Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores.” (Mateus 7.15). Esses tais são os que tem erguido seu império religioso, vale citar mais uma advertência bíblica: 

Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te. (2 Timóteo 3.1-5). 

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Notas:
1- Comentário de Mateus volume 1, Ed. Cultura Cristã

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Divulgação: Bereianos

Papiro sobre ‘esposa de Jesus’ não é uma falsificação, segundo estudo



O GLOBO (EMAIL·TWITTER)
Publicado:10/04/14 - 17h31
Atualizado:10/04/14 - 18h42



O Evangelho da Esposa de Jesus Divulgação


RIO - Cientistas americanos declararam esta semana que um pedaço desbotado de papiro, conhecido como “Evangelho da Esposa de Jesus”, pode ser realmente antigo, e não uma falsificação moderna.

A escrita manchada foi apresentada pela primeira vez por um historiador da Escola de Teologia da Universidade de Harvard, em 2002. À época, a divulgação fora completamente rejeitada.

A controvérsia gerada pelo papiro deveu-se a uma frase que está presente em qualquer trecho das Escrituras Sagradas: “Jesus disse-lhes, 'Minha esposa'”, e acrescenta: “poderá ser minha discípula”. A revelação do papiro inflamou o debate sobre se as mulheres podem ser padres.

O polêmico objeto foi analisado por professores de engenharia elétrica, química e biologia das universidades de Columbia e de Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts. Segundo eles, o papiro é semelhante ao que seria usado entre os séculos IV a.C. e VIII d.C..

Os resultados do teste não provam que Jesus teve uma esposa ou se teve discípulas. Dizem apenas que aquele fragmento é, provavelmente, de um manuscrito antigo, em vez de um falso.

Karen L. King, historiador de Harvard que deu nome e fama ao papiro, afirmou desde o início que aquele objeto não deveria ser considerado uma evidência de que Jesus teria sido casado, mas apenas que os primeiros cristãos discutiam questões como o celibato, sexo, casamento e discipulado.

Críticas em 2012

King apresentou o fragmento em uma conferência em Roma em setembro de 2012, mas ele foi defenestrado pelos críticos porque seu conteúdo era controverso; a inscrição era suspeitosamente manchada; a gramática, pobre; e sua procedência era incerta. Seu dono insistiu em permanecer no anonimato e a tinta não fora testada.

Um editorial do jornal oficial do Vaticano declarou que o papiro era uma farsa. Especialistas no Novo Testamento afirmaram que a "esposa de Cristo" poderia ser a Igreja - uma interpretação que King declarou ser possível.



Leia mais em http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/papiro-sobre-esposa-de-jesus-nao-uma-falsificacao-segundo-estudo-12155999#ixzz2yagJxUn1
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9 de abril de 2014

Ordem Batista reconhece ministério pastoral feminino e consagra primeira pastora





Luciana Pessanha Lacerda dos Santos, 44 anos, é a primeira mulher a ser reconhecida como pastora pela Ordem dos Pastores Batistas do Brasil (OPBB), entidade ligada à Convenção Batista Brasileira (CBB).

A pastora Luciana é professora da Universidade Estadual de Goiás (UEG), e há 20 anos desenvolve o ministério pastoral sem o título, anonimamente. “A legalização é uma quebra de paradigmas muito importante para as mulheres que têm um chamado, porque essa decisão torna as coisas mais fáceis”, comenta.

A ordenação feminina ao ministério pastoral é um assunto complexo e repleto de tabus no meio evangélico. No início de janeiro, a colunista deste portal Raquel Elana publicou uma entrevista com o pastor Gilberto Nascimento, um dos mais influentes líderes da CBB, e contrário ao ministério pastoral feminino. Na ocasião, Nascimento afirmou que era “contra” por não ver “nenhum respaldo bíblico ou ortodoxo em relação a ordenação feminina”.

No entanto, de acordo com Sócrates Oliveira de Souza, diretor executivo da CBB, as igrejas batistas têm tradição de quebrar paradigmas e mudar conceitos. “Ainda nos anos 1970, a aceitação na Igreja Batista de divorciados influenciou outras igrejas evangélicas a fazer o mesmo”, afirmou Souza, em entrevista ao Diário da Manhã.

Para a primeira pastora batista reconhecida pela OPBB, a razão de ainda existir esse paradigma tem origem cultural: “Nós temos uma cultura muito machista ainda, mas isso tem melhorado”, resume a pastora Luciana.

Os que defendem a ordenação de mulheres ao ministério pastoral baseiam seus argumentos na carta de Paulo aos Gálatas, quando o apóstolo diz que “não há judeu nem grego, não há servo nem livre, não há macho nem fêmea, porque todos vós sois um em Cristo Jesus”.



Maria Sebastiana Francisca da Silva, 61, teóloga e diretora executiva da União Feminina Missionária Batista Goiana, diz que, contudo, a ordenação da pastora Luciana não deve ser encarada como vitória numa guerra de gêneros: “Entendo que se Deus chama para fazermos o trabalho d’Ele, não importa se você é homem ou mulher importa obedecer ao chamado”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel
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8 de abril de 2014

Marco Feliciano se abre na revista Playboy. Confira!






O pastor e deputado federal Marco Feliciano concedeu entrevista à revista Playboy. A edição foi para as bancas nesta terça-feira (8/04). O pastor falou de sexo anal, confessou ter usado cocaína e chamou Marina SIlva de engodo.


Na matéria o pastor deputado faz revelações surpreedentes: Informa que fez uso de cocaína aos 12 anos de idade e que imagina ser possível que um homem tenha prazer na relação homossexual, conjecturando que o sexo anal deve ser gostoso, já que quem faz não volta mais (sic).

A entrevista está recheada de pontos polêmicos, mas a discussão tomando conta das redes sociais está no fato do pastor ter concedido entrevista a um veículo baseado na exploração da pornografia, vida mundana e obscenidades.

Crentes de todas as denominações questionam seriamente as motivações desta decisão do pastor-deputado, para a qual, não se encontram justificativas plausíveis para um cristão, tanto mais, em se tratando de um pastor tido por conservador e defensor dos valores familiares. 

Muitos internautas cristãos argumentam nas redes sociais que a Playboy não é um veículo jornalístico, mas um negócio de pornografia com matérias jornalísticas e ao oferecer a sua imagem a este veículo o pastor contribui diretamente para a lucro de um negócio baseado no pecado da luxuria, na exploração da imagem de mulheres e contra os valores cristãos.



Julio Vitório, internauta de Minas Gerais afirmou em seu perfil do Facebook: Estou decepcionado. O pastor Marco ao aparecer na Playboy não pode dizer que está ali defendendo o evangelho. Ora, então, podemos e devemos pregar a prostitutas, mas não faz sentido ir pregar em puteiros (sic) Pra mim Feliciano caiu (sic).

Mariana F, cristã pentecostal, escreveu: Muito triste isto. Feliciano quer aparecer a qualquer custo, mas para tudo a (sic) um limite. Ele não precisava falar ali. A bíblia não aprova o uso da mulher desta forma e tirar a roupa na revista é se prostituir e as pessoas compram aquilo para indessencias (sic). Não voto mais neste libertario (sic. Seria libertino?)

Feliciano também falou de seu sonho de ser presidente e aproveitou para criticar ( ofender?) Marina Silva: "Marina Silva é um engodo. Com aquele jeitinho de cristã, a roupa de crente, ela foi muito inteligente."

Genizah entrará em contado com o deputado a fim de concluir esta matéria.





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6 de abril de 2014

Pastor escreve por que deixou o 'circo' do movimento evangélico.

Título original: Silêncio, a mais covarde das covardias

Gondim referiu-se ao circo para criticar  os 'neocambistas' da religião
do pastor Ricardo Gondim

Venho das fronteiras. Filho de um preso politico e de uma feminista militante, senti na pele o preço que eles pagaram pelo degredo. Canhoto, acostumei-me a não encontrar carteira adequada na sala de aula. Excomungado da igreja presbiteriana, antes de completar 20 anos de idade, perdi o medo de cenho franzido. Pentecostal entre teólogos com bom currículo, experimentei o peso da suspeita. Migrante nordestino em São Paulo, percebi a sutileza do preconceito.

Na adolescência, enquanto esperava papai descascar laranja para os filhos, ouvia seu conselho: Nunca negociem suas convicções. Nos anos de chumbo da ditadura, ele viu seus colegas de farda calados. Amigos, para fugir da inclemência do regime, desciam a calçada para não cumprimentá-lo. Papai se sentia só. - Silêncio, dizia meu velho, pode ser a mais covarde das covardias. Só nas horas difíceis a gente sabe quem é quem. Aprendi com ele: chacais e colibris não bebem do mesmo chafariz; ratos e gatos não se escondem na mesma toca.

Ele também me ensinou que o bem só prevalece enquanto existir gente disposta a encarná-lo. Mesmo em meio a uma indiferença histórica, quando a lua se recusa a amenizar a noite e vampiros vagam, o bom fermento não pode cessar de levedar a massa. Meu pai, agnóstico, repetiu sem se dar conta, a verdade do primeiro Salmo: Os ímpios não subsistirão na congregação dos justos; uma breve aragem se transformará em vendaval e os ímpios se espalharão como a moinha no deserto.

Devido à sua prisão, moramos de favor na casa da vovó. Ficamos expostos – talvez demasiadamente – uns aos outros, sem privacidade. Entretanto, aqueles anos serviram para me ensinar a detectar dissimulações mal ensaiadas. Carrego desde então, um certo asco para o sorriso manso de quem procura disfarçar mazela – lobos vestidos de ovelhas acreditam que ninguém os percebe patéticos no esforço de parecerem corretos; eles, na verdade, só lutam para esconder falhas e conveniências.

Anos se passaram e eu continuo habitando fronteiras – agora da teologia. Fiscais da ortodoxia se acham, permanentemente, de plantão. Eles me espreitam, querendo achar um til mal colocado que engatilhe suas censuras inquisitoriais. O bombardeio do fundamentalismo é renitente.

Espicaçado e achincalhado, não me vitimizo. Se noto que me estrangeiro, lembro: os guetos são pequenos. Não me impressiono se me avisam que me tornei emissário do diabo, inimigo de Deus ou apóstata. Dependendo de onde saem tais comentários, eu os tomo por elogio. Religiosos chamaram Jesus de Nazaré de príncipe dos demônios, apóstata e pedra de tropeço.

Meu caminho continua inexorável. Sigo resoluto. Rechaço o conselho dos apóstolos da cautela. Não respondo quem usa de pretenso zelo por minha alma para sugerir: volte atrás antes de queimar no inferno. Esse tipo de manipulação pode parecer piedosa, mas não deixa de ser apenas manipulação.

Também não me sinto constrangido com doçuras piegas. Condescendência não tem força de me fragilizar. Sequer o distanciamento de ex-amigos. Só acho estranho que eles, só agora, se sintam constrangidos em caminhar perto de mim. Não tem problema. Ser fiel às minhas convicções será sempre um dever para comigo mesmo.

Ricardo Gondim
"Ser fiel para minhas convicções
sempre será um dever para comigo"
Paulo avisa na Bíblia que a obra de cada um será testada no fogo. Me submeto ao tribunal de Deus. Os milhões de quilômetros que viajei para ajudar igrejas de outras denominações, os seminários, as conferências e os congressos onde falei atestam minha biografia. Estou certo de que nunca fiz mal a ninguém. Jamais defraudei quem colocou o seu auditório à mercê de meus pensamentos. Não tenho remorso de como me comportei desde a tesouraria, aos aconselhamentos pastorais, às noites de vigília que passei ao lado de famílias enlutadas. Que meus livros e sermões testemunhem a meu respeito.

Na renitente cruzada contra mim, replico Davi: Caia eu nas mãos de Deus e não dos homens. Acrescento apenas uma nota: é pecado julgar precipitadamente. Alguns, cegos ao mercadejamento da verdade, à banalização do sagrado e ao aviltamento da ética, tentam me caçar em nome de uma ortodoxia que eles mal sabem explicar.

Saí do circo que se tornou o movimento evangélico. Do exílio, minha única surpresa talvez seja: constatar milhões indignados com o livre pensar; mudos e, portanto, condescendentes com o avanço dos neocambistas – especialistas em convocar Marcha Por Coisa Nenhuma.

Surdo aos ataques, lembro: a tarefa de separar joio e trigo pertence aos anjos. E o Supremo pastor apartará as ovelhas do bodes. Logo será alardeado de cima do telhado o que aconteceu na surdina.

Se o Batista se assumiu porta voz do que clama no deserto, não posso hesitar. Sigo a falar no meu ritmo. Se minha cadência não coincide com a dos pusilânimes, paciência. Continuarei a clamarbasta antes que as pedras façam por mim. Se me acantono, abro alas para os aproveitadores da credulidade popular. Silêncio não é opção.

Soli Deo Gloria



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5 de abril de 2014

Imunidade de igrejas é usada para lavagem de dinheiro, alerta desembargador federal


Consultor Jurídico

Cresce no Brasil o uso de “templos de fachada” ou “igrejas-fantasma” utilizados para lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e sonegação fiscal. O alerta é feito pelo desembargador federal Fausto Martin De Sanctis, especializado no combate a crimes financeiros e à lavagem de dinheiro. De acordo com ele, a imunidade tributária prevista aos templos religiosos é eficaz para abrigar recursos de procedência criminosa, sonegar impostos e dissimular o enriquecimento ilícito: "É impossível auditar as doações dos fiéis. E isso é ideal para quem precisa camuflar o aumento de sua renda, escapar da tributação e lavar dinheiro do crime organizado. É grave", conclui De Sanctis.

De acordo com reportagem do jornal Valor Econômico, a prática tem sido investigada pelos Ministérios Públicos estaduais e pelas procuradorias da República. Para o procurador Silvio Luís Martins de Oliveira — que investigou e denunciou criminalmente responsáveis pela Igreja Universal do Reino de Deus por lavagem de dinheiro, evasão de divisas, formação de quadrilha e estelionato — é preciso refinar a fiscalização sobre atividades financeiras de entidades religiosas. Segundo ele, para lavar o dinheiro as igrejas se utilizam de doleiros: "Costuma ser um doleiro de confiança que busca ajuda de casas de câmbio, pois a quantidade de cédulas é enorme. É o que chamam de 'dinheiro sofrido', porque o fiel costuma pagar o dízimo com notas amassadas", esclarece.

O deputado Marco Feliciano (PSC-SP) discorda que falte fiscalização. "Se o legislador, após longo debate na Assembleia Nacional Constituinte, isentou as instituições religiosas de impostos, nada mais fez do que atender aos anseios da maior parte da sociedade", diz. Sobre o uso das casas religiosas para práticas de moral e legalidade questionáveis, Feliciano faz uma alusão indireta a entidades católicas: "Se partirmos do pressuposto que uma entidade não deve ter tratamento especial pela possibilidade de malfeitores se aproveitarem, por analogia o mesmo princípio se aplicaria às Santas Casas e Universidades mantidas por Fundações sem fins lucrativos".

A prática tem preocupado também a Justiça Eleitoral. Doações de organizações religiosas a partidos políticos são proibidas pela legislação. Para detectar operações ilícitas, o Tribunal Superior Eleitoral firmou convênio com a Receita e a Polícia Federal. De acordo com o juiz assessor da presidência do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), Marco Antonio Martin Vargas, o convênio facilita o trabalho pois é feito o cruzamento de dados.

Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, há 55,1 mil organizações religiosas em atividade em 2014. Um crescimento de 1,4% em comparação com 2013. O estudo "Religião e Território" (2013), dos pesquisadores Cesar Romero Jacob, Dora Rodrigues Hees e Philippe Waniez, indica expansão dos chamados "evangélicos não determinados". Eles passaram de 580 mil no ano 2000 para impressionantes 9,2 milhões em 2010. Os evangélicos de missão cresceram de 6,9 milhões para 7,6 milhões no mesmo período, enquanto os evangélicos pentecostais passaram de 17,6 milhões para 25,3 milhões em dez anos.



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1 de abril de 2014

Assista a participação de Silas Malafaia no “The Noite com Danilo Gentili”

Assista a participação de Silas Malafaia no “The Noite com Danilo Gentili”Silas Malafaia participa do programa “The Noite com Danilo Gentili
Nesta segunda-feira (31) foi ao ar no programa “The Noite com Danilo Gentili” a entrevista concedida pelo pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.
Sempre polêmico, Malafaia falou sobre política, finanças, sexualidade e comunicação. O líder evangélico que é considerado um dos mais influentes do Brasil comentou sobre os dados veiculados pela revista Forbes sobre sua renda e afirmou que irá processar a publicação nos EUA.
Malafaia comentou sobre seu trabalho como líder evangélico e conferencista além de falar sobre seus momentos de laser. O pastor afirmou que para se divertir gosta de jogar futebol com outros pastores.
Gentili questionou Malafaia sobre sua relação com outras denominações evangélicas citando Edir Macedo como exemplo. Para o pastor Silas o trabalho da Igreja Universal é incontestável, porém Malafaia discorda de alguns pontos de contato para fazer as pessoas terem fé. Como exemplo o líder citou as campanhas usadas pela igreja, como o sal grosso, rosa ungida e o óleo de Israel.
Sobre o uso das redes sociais o líder evangélico destacou que o segmento é o que mais usa as redes para propagação de sua fé. Malafaia também destacou que este dado não é apenas em relação aos religiosos, mas também entre os não religiosos.
Ao falar sobre a sexualidade o pastor orientou sobre o controle do impulso. Para o líder uma das principais orientações cristãs é para que cada pessoa aprenda a controlar os impulsos para ter uma qualidade de vida melhor.
Para que o cristão consiga casar virgem Malafaia afirma que o fiel deve controlar o impulso e buscar evitar a relação sexual fora do casamento. Sobre a masturbação Silas afirmou que Jesus mudou a questão do pecado ao afirmar que basta uma pessoa pensar em ter relações sexuais com outra fora do casamento que já está pecando.
Sobre o uso de preservativos o pastor afirmou que a igreja evangélica não é contra, pois os filhos devem ser benção. Para o líder deve haver um planejamento familiar.
Malafaia destacou que a igreja é contra o controle de natalidade, que é quando o Estado interfere no número de filhos que o indivíduo pode ter, mas que a igreja é também favorável ao planejamento familiar.
Ao ser questionado se a oratória de um pastor pode dar força a um discurso e levar uma pessoa a crer em qualquer coisa, o pastor Silas Malafaia respondeu que a oratória de qualquer pessoa pode influenciar, mas não levar alguém a acreditar em qualquer coisa.
VIa: Gospel Prime
Assista:

Igreja Universal é considerada “seita” pela imprensa da Nova Zelândia por vender “azeite ungido”

Igreja Universal é considerada “seita” pela imprensa da Nova Zelândia por vender “azeite ungido”
A Igreja Universal do Reino de Deus está na mira da imprensa da Nova Zelândia, que considera a denominação fundada pelo bispo Edir Macedo uma “seita”.
Jornais e emissoras de TV têm publicado matérias investigativas sobre as práticas e bastidores da denominação, que no país é conhecida pela venda de “objetos milagrosos”, de acordo com o New Zealand Herald.
A Nova Zelândia é um país de maioria cristã, com grande número de adeptos da Igreja Anglicana, por influência da colonização britânica.
A Universal está no país desde 2005, e uma recente campanha da denominação que oferecia azeite de oliva supostamente importado de Israel e “ungido” pelos pastores, chamou a atenção da mídia. Na campanha, a igreja dizia que o azeite teria funções milagrosas, como a cura de tumores, esquizofrenia e outros problemas de saúde, além de ajudar a salvar relacionamentos.
O Herald mostrou que panfletos da Universal convidavam as pessoas para as reuniões como “uma oportunidade única para aqueles que precisam de um milagre”. O pastor Renato Fernandes, responsável pela filial que fez o anúncio, se recusou a falar com a reportagem. Já o bispo Victor Silva, líder da denominação em Auclkand, cidade mais importante da Nova Zelândia, emitiu um comunicado dizendo que o uso do azeite “é um ato de fé” que “pode ajudar no processo restaurativo”.
No entanto, as promessas de cura feitas pela Universal podem ferir leis do país, pois não existem provas médicas sobre a eficácia do azeite. Por isso, a denominação tem se precavido, colocando alertas nos panfletos para que os fiéis se consultem com médicos. “O Centro de Ajuda IURD não tem a pretensão de curar as pessoas, mas acredita que Deus pode fazer isso através do poder da fé. Siga sempre as instruções do seu médico”.
“A Igreja não tem perícia médica especializada para verificar todas as pessoas que se apresentam na igreja com uma doença. Por isso elas sempre são aconselhadas a procurar um médico de sua confiança”, disse o bispo no comunicado.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

26 de março de 2014

O Julgamento Divino pode estar às portas



Se deixardes ao SENHOR, e servirdes a deuses estranhos, então ele se tornará, e vos fará mal, e vos consumirá, depois de vos ter feito o bem”. (Josué 24:20).

Não tenho pressa alguma em decretar a chegada do julgamento divino sobre esta humanidade pecadora e rebelde, pois tenho duas filhas, cinco netos e um bisneto; portanto, gostaria de vê-los salvos, antes desse dia tenebroso.
Mas, quando conhecemos a Bíblia e lemos sobre o julgamento de Israel e o de Sodoma e Gomorra, constatamos que o povo de Deus está mais rebelde e pecador do que os israelitas, antes da queda de Jerusalém, quando foram espalhados  pelo mundo. Os cristãos modernos  estão mais entregue à imoralidade do que os pecadores das duas cidades condenadas pelo homossexualismo.
Nosso Deus foi, aos poucos, dando uma chance de arrependimento àquelas nações pecadoras, assim como tem feito conosco, há centenas de anos, desde que a Sua Palavra nos foi entregue, a fim de não termos desculpa alguma pela nossa ignorância de Suas leis.
Algumas vezes Israel verificou que estava no caminho errado, tentou reabilitar-se, mas acabou resvalando nos mesmos pecados. (Qualquer pecado que não é confessado de imediato ao Senhor, pode transformar-se num vício, numa droga letal e ai do pecador viciado!)  
Finalmente, após repetidos ciclos de arrependimento e recaída de Israel, o Senhor enviou-lhe um castigo deveras tenebroso, atingindo homens, mulheres e crianças. (Isso pode acontecer conosco, a qualquer momento).
Sei que existem pessoas auto-justificadas, que imaginam estar livres dos castigos divinos e, por isso, nunca se submetem à obrigação de confessar os pecados e pedir clemência ao Senhor (Que leiam a 1 João 1:9).    
Quem desejaria colocar os filhos, netos e bisnetos sob uma ira escaldante?
Esta pecadora miserável tem orado,  diariamente, pedindo que Deus cuide dos seus amados, para que se convertam e se entreguem a Jesus Cristo, livrando-se da ira vindoura, antes que seja tarde demais.  
As enchentes, terremotos, furacões e doenças incuráveis são um aviso de que a paciência divina está no limite e tudo pode acontecer, num piscar de olhos. Contudo, as mentes calcinadas pela mídia e pela TV desprezam os ensinos bíblicos, preferindo deleitar-se nos prazeres mundanos, “enquanto ainda é tempo!”  
Ninguém mais castiga os filhos, pois o  Dr. Spock, uma sumidade no assunto, escreveu contra esta “prática hedionda”  e ele devia saber das coisas “muito melhor do que Deus!”  Assim os filhos  de hoje se voltam cada vez mais contra os pais, conforme lemos na 2 Timóteo 3:1-4: “SABE, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus”
Spock ensinou a não se castigarem os filhos... Mas onde estão os filhos dos pais que lhe seguiram os conselhos? Em cada geração, depois daquela de Spock, temos visto homens assassinos, molestadores de crianças, porque seus pais nunca foram ensinados a agir conforme a Palavra de Deus, mas do Dr. Spock, e“Dr.Spock sabia das coisas melhor do a Bíblia!”  
Entrementes, esses pais modernos tentam esquecer o mau comportamento dos filhos, deleitando-se nos entretenimentos, como futebol, filmes, novelas da TV, e nos prazeres sexuais, afirmando que “ninguém é de ferro!”
Quanto aos pregadores, estes amaciam a linguagem dos sermões, temendo um esvaziamento nas igrejas e nos gazofilácios!
Os muçulmanos, inimigos seculares do Cristianismo, estão de olho na decadência moral do Ocidente, prontos para dar o bote fatal. Deus vai usar esses inimigos pagãos para nos castigar, como fez algumas vezes com Israel, no passado.
Com homens como Obama, Dilma e outros pagãos no poder do Ocidente paganizado, nós já escolhemos a parte que nos caberá,  no julgamento divino. Então, vamos continuar achando que os muçulmanos são muito “bonzinhos!”, conforme os governantes idiotas têm afirmado...
Afinal, aqui no Brasil, quem iria votar num candidato realmente cristão, se estes não aparecem, temendo sercontaminados ou devorados pelos lobos da política? Só Deus para nos arrebatar, salvando-nos da desgraça que se aproxima... E que Ele se compadeça dos nossos filhos e netos, por amor de nós... Porque, nestes últimos dias, com a apostasia grassando nas igrejas, a coisa está ficando cada vez mais negra e, portanto indiscernível!
Sejamos fieis ao Senhor, porque  Ele é  um Deus “ciumento”  (Ex. 34:14). Ele não há de permitir que Sua esposa fiel seja entregue nas mãos dos estupradores espirituais.  O arrebatamento pode estar muito próximo!

Inspirado no texto “How has the judgement begun”,
do Dr.Samuel Gipp.
Adaptado por Mary Schultze, em 16/03/2014.

PASTOR, TENHO MEDO DE TER BLASFEMADO CONTRA O ESPÍRITO SANTO, SE O FIZ PORVENTURA, ESTOU CONDENADO?



Antes de responder essa pergunta torna-se necessário que entendamos  à luz das Escrituras o que é "blasfemar contra o Espírito Santo".

Primeiramente precisamos entender que blasfêmia é um pecado que só pode ser feito com palavras, isto é, blasfemar contra o Espírito Santo não é cometer um pecado como por exemplo assassinato, adultério ou coisas do tipo.

A Blasfêmia relaciona-se a aquilo que falamos, portanto, o que blasfema contra o Espírito Santo, o faz através de expressões verbais. Ora, os fariseus e saduceus eram os que constantemente se mostravam hostis contrapondo-se ao ensinamento de Jesus. Constantemente eles planejaram matar Jesus e estavam sempre o atacando e o acusando de pecados distintos. Certa feita, eles disseram que o Senhor expulsava Satanás pelo poder de Satanás. Ao ouvir isso, nosso Redentor os repreendeu dizendo: “Parem, vocês foram longe demais! A acusação de vocês extrapolou os limites" (paráfrase minha). Diante tamanha sandice Cristo afirmou que qualquer pecado contra o Filho do Homem pode ser perdoado, mas se você blasfemar contra o Espírito Santo (atribuindo a ação do Espírito de Deus  a Satanás, ou igualando-as), você está perdido.

Isto posto e esclarecido, deixe-me responder a pergunta:

Não. Você não corre o risco de ser condenado, mesmo porque, se você tem a preocupação de ter ofendido o Espirito Santo, isso significa, que você não cometeu tal pecado.  Na minha perspectiva  aquele que possui sinais de arrependimento de seus pecados em seu coração, crendo em Jesus Cristo como seu único e suficiente Salvador,  não pode ter cometido o pecado imperdoável, até porque,  arrependimento, contrissão e confissão são sinais claros de que a pessoa não cometeu esse pecado.

É o que penso, é o que digo.

Renato Vargens

Você não precisa de apóstolo hoje, diz Augustus Nicodemus

Você não precisa de apóstolo hoje, diz Augustus Nicodemus
A quantidade de igrejas apostólicas no Brasil é cada vez maior, assim como a quantidade de pastores que se autodenominam apóstolos. O reverendo Augustus Nicodemus participou de um evento na Galeria Cultura Bíblica recentemente e falou exatamente sobre isso, fazendo uma crítica a este movimento.
O reverendo presbiteriano usou dados de uma pesquisa que ele realizou por seis meses no Seminário Teológico de Westminster, na Filadélfia (EUA) juntando dados históricos e teológicos que vão se transformar em um livro a ser publicado ainda este ano.
Diversos questionamentos foram levantados por ele no início deste estudo: o que é um apóstolo de acordo com o novo testamento, quem usou o termo pela primeira vez, como explicar que o termo apóstolo é usado para diferentes pessoas, em que sentido é usado, apóstolo é um dom ou ele designa uma função ou ofício.
Durante o evento ele fez um apanhado histórico sobre as igrejas que usaram o termo até chegar aos dias atuais, citando as igrejas neopentecostais que utilizam com mais frequência o termo “apóstolo”. “Todos os apóstolos têm a mesma visão de que a igreja vai dominar o mundo através da restauração do governo apostólico”, disse o reverendo lembrando que essas ideias não são novas.
O assunto é extenso e a palestra durou mais de uma hora. Entre os apóstolos brasileiros, Augustus Nicodemus cita Renê Terra Nova, Valnice Milhomens, Valdemiro Santiago, Arles Marques, Mike Shea, Estevam Hernandes, Neuza Itioka e outros.
Ele também cita grandes erros teológicos desses pastores, incluindo a teologia da prosperidade, falsas profecias, manipulação da Bíblia, falta de conhecimento teológico e a falta de uma autoridade maior para quem eles tenham que responder.
No final da palestra ele afirma que esses apóstolos não podem ser chamados assim por uma série de questões, a primeira é que não foram chamados diretamente por Cristo. “Tinha que ser testemunha da ressurreição de Cristo, tinha que fazer sinais e prodígios inquestionáveis e não esses sinais e prodígios que você vê por ai”, afirmou o reverendo fazendo outras considerações.
Por fim ele afirma que apóstolo não é um dom, pois analisando as Escrituras nota-se que o termo é usado para descrever o ofício ou a função de alguém que foi enviado para realizar alguma coisa. “Você não precisa de apóstolo hoje, porque os verdadeiros já fizeram a sua obra”, encerra.
Via: Gospel Prime
Assista:

Vídeo compara as canções “Sabor de Mel” e “Beijinho no Ombro”

Vídeo compara as canções “Sabor de Mel” e “Beijinho no Ombro”
A canção “Sabor de Mel” da cantora Damares liderou por meses a lista das mais tocadas das rádios, mas ao mesmo tempo ganhou inúmeras críticas de teólogos e cristãos que não concordam com a letra da música.
Essa semana o teólogo e blogueiro Yago Martins postou em seu Facebook um vídeo comparando o conteúdo da canção de Damares com o sucesso “Beijinho Ombro” da funkeira Valeska Popozuda.
Mostrando trechos das duas canções, ele marcou que ambas possuem as mesmas características: falam de inimigos, fé em Deus, vitória observada, destaque e jogar na cara a vitória que recebeu. “Um pequeno comparativo didático: qualquer semelhança não é mera coincidência. Por mais cômico que seja a comparação e a apresentação da mesma, a intenção primária não é fazer rir, mas alertar a respeito de um ponto. Pensem nisso”, escreveu Yago no post.
O vídeo foi gravado para o canal do Youtube, mas acabou sendo postado apenas no Facebook para mostrar aos cristãos o que está sendo cantado nas igrejas e levá-los a refletir e se conscientizarem sobre esses erros teológicos que aparecem nas músicas evangélicas.
“‘Sabor de Mel’ é uma teologia da vingança, onde a cantora conclama os crentes a desejarem o destaque a fim de tripudiar sobre os próprios inimigos”, disse. Citando o versículo de Provérbios 24:17, ele afirma que a “a canção deseja que os que não te ajudaram antes se arrependam disso por não terem conseguido o destaque que Deus te deu. Devemos amar aqueles que são nossos inimigos, e não desejar que eles ‘nos vejam por cima’”.
Lançada em 2008 no CD “Apocalipse”, a canção “Sabor de Mel” é um dos maiores sucessos da cantora Damares, que é a artista gospel que mais vende CD no Brasil.
Para Yago Martins o sucesso da canção é explicado pela falta de conhecimento bíblico do povo evangélico.
“Não falo de teologia acadêmica ou elucubrações profundas, mas até mesmo o sermão do monte ou os ‘Bê-á-bás’ da fé. Jesus disse: ‘Vocês ouviram o que foi dito: ‘Ame o seu próximo e odeie o seu inimigo’. Mas eu lhes digo: Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem’ (Mateus 5:43-44). Como podemos ter uma igreja evangélica que ainda não conseguiu internalizar um dos princípios teológicos básicos da fé, que é o amor? Os púlpitos fracos que prometem bênçãos e vitórias criam um monstro que tem nome de cristianismo, mas está longe da religião de Jesus”, disse.
É comum encontrarmos canções do gospel que falam sobre vitória, mas de acordo com o blogueiro nenhuma delas tem tantos erros quanto “Sabor de Mel”, escrita pelo compositor Agailton Silva.
“Existe certo tipo de sentimento de vitória sobre os inimigos que faz sentido e é até mesmo cristão. No Último Dia, os inimigos do evangelho receberão a justa paga, e seremos vitoriosos sobre eles. Uma canção que celebra a vitória final sobre os inimigos da Cruz pode ser bíblica e fiel. Nem de longe é o que encontramos na canção de Damaris, no entanto. Lá há nada mais que um ‘beijinho no ombro pras inimiga’, uma palavra de escárnio contra inimigos pessoais, o que é inadmissível”, finaliza Yago.
Assista: